
Não é interessante, que quando ouvimos esse início de frase, geralmente nunca vem de uma pessoa sábia, pois esta nunca dá conselhos gratuitos; mas daqueles que nunca fizeram absolutamente nada de muito produtivo na vida além de dar conselhos inoportunos, com a única finalidade de nos confundir e tirar o restinho de energia, que todas as nossas dúvidas já consumiram. Aqueles cujo exemplo de vida não é nem um pouco colorido e digno de admiração.
Acredito que isso seja uma doença, cuidar da vida dos outros, para não olhar para sua própria. A fraqueza gera o grande palpiteiro, quase sempre seus conselhos não são bem conselhos mas criticas disfarçadas, fazendo o outro sentir-se mal, para não parecer tão sozinho em suas próprias frustrações. Solitários infelizes numa vida sem ação, caminham dentro de areia movediça e querem sempre puxar alguém para junto delas, com seus julgamentos vazios.
Eu mesma já fiz muito disso, e notei que sempre que isso acontecia, estava ociosa e sem objetivos na vida, me tornando mais solitária e infeliz. Felizmente, graças a Gurdjeff e sua observação de si, acordava e começava a procurar alguma atividade, principalmente ajudar ao próximo, seja homem, animal, planta, o que pintar para nos tirar desse estado mórbido.
E, uma dica, quando você começa a atrair pessoas assim, observe-se, pois os iguais se atraem, é um bom parâmetro. É claro que existem aqueles casos cronicos, que normalmente estão infiltrado em sua própria família, lá devemos considerar um carma a ser resgatado. Bom, agora já estou mais aliviada, acabei de falar com uma pessoa opinosa, a dama dona da verdade, que não resolve seus próprios problemas, mas tá louca para dizer o que os outros devem fazer com suas vidas, projetando no futuro dos infelizes que passam por suas garras, nuvens negras cheias de raios e trovões, só ela não sabe que adoramos tempestades.

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